W3C Sobre o W3C > Atividades do W3C

W3C atua nas áreas descritas a seguir. Cada uma delas é denominada uma atividade do W3C. Abra os nomes das atividades abaixo para saber mais. A página de participação no Grupo W3C explica como participar de um grupo do W3C.

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Extensible Markup Language (ou Linguagem de Marcação Extensível) (XML)

Líder da atividade: Liam Quin

Texto extraído da introdução da Especificação da atividade Extensible Markup Language (Linguagem de Marcação Extensível) (XML) (veja também a página principal das Atividades):
A Linguagem de Marcação Extensível (XML) é um formato de texto simples e flexível derivado do SGML (ISO 8879). O W3C criou, desenvolveu e continua mantendo a especificação XML. O W3C também é o centro primário para definir outras especificações do setor que se baseiam em XML. Algumas dessas especificações são definidas na Atividade XML, como a Consulta XML e Esquema XML, e algumas fazem parte de outras Atividades W3C, como Serviços Web, SVG e XHTML. A Atividade XML procura obter um equilíbrio entre, por um lado, manter a estabilidade e a retrocompatibilidade, fazendo melhorias que ajudam a estimular a interoperabilidade e, por outro lado, trazer novas comunidades para o mundo de XML.
10 grupos integram essa Atividade (parte do Ubiquitous Web Domain – [Domínio de Web Ubíqua]):

Graphics (Imagens gráficas)

Líder da atividade: Chris Lilley

Texto extraído da introdução da Especificação da atividade Graphics (Imagens gráficas) (veja também a página principal das Atividades):
Imagens gráficas continuam desempenhando um papel essencial no uso diário da Web, desde desenhos decorativos, passando por publicidade, até gráficos e interfaces gráficas interativas. Front-ends gráficos para dados transmitidos ao vivo, Serviços Web e visualizações da Web Semântica são áreas que estão crescendo, assim como o uso de imagens em controle industrial, automação e aplicações embutidas.
A Atividade Graphics do W3C tem atuado nessa área há mais de dez anos. Os Gráficos Vetoriais Escaláveis (SVG), atual iniciativa da Atividade, são o resultado da poderosa combinação de gráficos vetoriais interativos, animados e bidimensionais, com a Linguagem de Marcação Extensível (XML). O WebCGM 2.0 é usado principalmente em documentos técnicos industriais e militares. Antes disso, o trabalho da Atividade concentrou-se em Portable Network Graphics (PNG) e WebCGM 1.0.
3 grupos integram essa Atividade (parte do Domínio de Interação):

HTML

Líder da atividade: Steven Pemberton

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade HTML (veja também a página principal das Atividades):
3 grupos integram essa Atividade (parte do Domínio de Interação):

Internacionalização

Líder da atividade: Richard Ishida

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade de Internacionalização (veja também a página principal das Atividades):

O objetivo da Atividade de Internacionalização (I18n) é garantir que os formatos e protocolos do W3C estejam abertos a todos idiomas, sistemas de escrita, códigos de caracteres e convenções locais do mundo.

A I18n assessora grupos de trabalho do W3C, analisa publicações do Consórcio, trabalha com o Comitê Técnico Unicode, com a IETF, comitês da ISO e com o setor de localização. A I18n chama a atenção para aspectos da internacionalização, utilizando conferências, workshops e artigos na imprensa. A I18n elabora especificações, como o Modelo de Caracteres para a World Wide Web, Cenários de Uso da Internacionalização em Serviços Web e Marcação de Anotações Ruby. A I18n contribui com grupos de trabalho e examina trabalhos sobre vários tópicos, como a normalização de caracteres Unicode, exigências tipográficas internacionais, problemas de escrita em implementações text-to-speech (TTS = texto-para-voz), exigências de internacionalização e localização para esquemas, situações de uso e requisitos para a internacionalização de Serviços Web, implantação de identificadores internacionais de recursos, e muito mais.

Para os mais curiosos, “I18n” é a abreviação com a primeira, a última, e o número de 18 letras intermediárias na palavra "Internationalization."
4 grupos integram essa Atividade (parte do Domínio de Interação):

Math (Matemática)

Líder da Atividade: Bert Bos

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade Math (veja também a página principal das Atividades):
A matemática é um aspecto essencial da ciência e da educação. Portanto, para compreender o potencial da Web para a ciência, é necessário que seja possível usar a matemática na Web. Expressões matemáticas devem se movimentar livremente entre a Web e uma grande variedade de ambientes, como ferramentas de autoria, sistemas de gerenciamento de conteúdo, fluxos de trabalho baseados em XML, ambientes de aprendizado eletrônico e softwares de computação científica.
O W3C reuniu os principais participantes e partes interessadas e formou o Grupo de Trabalho para Matemática, que criou e administra a Mathematical Markup Language (MathML – Linguagem de Marcação Matemática), uma codificação XML altamente estruturada e rica em informações para expressões matemáticas.
A MathML facilita a criação e apresentação de expressões matemáticas impressas e na tela, e forma a base para a comunicação matemática de uma máquina para outra na Web. A MathML oferece dois conjuntos de tags, um para a apresentação matemática, e outro associado ao significado por trás das equações. A MathML não se destina para a edição manual; ferramentas especiais oferecem os meios para digitar e editar expressões matemáticas.
A Recomendação MathML1.0 foi publicada em 7 de abril de 1997. Em seguida, houve quatro revisões, que culminaram com a MathML 2.0, 2ª edição, de 21 de outubro de 2003. A MathML2, 2ª edição, é totalmente sincronizada com Unicode4.0. Também está integrada a XHTML e SVG (Scalable Vector Graphics – Gráficos Vetoriais Escaláveis) e funciona bem com outras tecnologias do W3C, como XML (a Extensible Stylesheet Language – Linguagem de Folhas de Estilo Extensível), CSS (Cascading Style Sheets – Folhas de Estilo em Cascata) e o Esquema XML.
1 grupo faz parte dessa atividade (parte do Domínio de Interação):

Iniciativa para Web Móvel

Líder da atividade: Dominique Hazaël-Massieux

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade Iniciativa para Web Móvel (veja também a página principal das Atividades):
Embora esteja se tornando cada vez mais popular, hoje o acesso móvel à Web ainda sofre com problemas de interoperabilidade e possibilidades de uso. A Iniciativa para Web Móvel do W3C (W3C MWI) dedica-se a esses problemas, graças ao esforço concentrado dos principais envolvidos na cadeia de produção para o acesso móvel, incluindo fornecedores de ferramentas de autoria, fornecedores de conteúdo, fabricantes de fontes de ouvido, criadores de navegadores e operadoras.
O acesso móvel à Web tem muitas vantagens. Diferentemente da Web fixa, a Web móvel vai para onde você for. Você não precisa mais se lembrar de fazer alguma coisa na Internet quando voltar para o computador – você pode fazer isso imediatamente, dentro do contexto que o lembrou de usar a Web.
Com aparelhos móveis, a Web pode atingir um público muito maior, em qualquer momento e qualquer situação. Ela tem a oportunidade de chegar a lugares aos quais os cabos não chegam, a lugares antes inimagináveis (p. ex., oferecer informações médicas a situações de resgate em montanhas) e acompanhar todo mundo de forma tão simples quanto usar um relógio de pulso.
Além disso, hoje muito mais pessoas têm acesso a aparelhos móveis do que têm acesso a um computador de mesa. Provavelmente isso será muito importante em países em desenvolvimento, nos quais os aparelhos móveis com acesso à Web podem ter um papel na disseminação do acesso à Web semelhante ao que os telefones celulares tiveram ao oferecer “o velho e básico serviço telefônico”.
No momento, a W3C MWI se dedica a definir melhores práticas para sites “mobileOK” (ou seja, aptos para acesso móvel) e aplicativos para a Web móvel, informações necessárias para adaptação de conteúdo, séries de testes para melhorar a interoperabilidade dos softwares para a Web móvel, e atividades de marketing e divulgação, além de iniciar novas medidas relativas ao uso da Web móvel no desenvolvimento social.
4 grupos integram essa atividade (parte do Ubiquitous Web Domain – Domínio da Web Ubíqua):

Interação Multimodal

Líder da atividade: Kazuyuki Ashimura

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade de Interação Multimodal (veja também a página principal das Atividades):

A Atividade de Interação Multimodal procura estender a Web para permitir que os usuários selecionem de maneira dinâmica o modo de interação mais adequado às suas necessidades do momento, levando em conta eventuais deficiências, a fim de fazer com que os desenvolvedores de aplicativos da Web ofereçam interfaces eficientes para qualquer modo que o usuário selecionar. Com aplicativos de Web multimodais, os usuários podem usá-la com fala, escrita manual e toques no teclado, e os resultados são apresentados em tela, falas pré-gravadas e sintéticas, áudio e mecanismos táteis, como vibradores em celulares e tiras em Braille.

O objetivo da Atividade de Interação Multimodal é definir claramente como desenvolver aplicativos multimodais concretos para a Web, por exemplo, associando um agente de usuário XHTML local a um agente de usuário remoto de VoiceXML. O grupo de trabalho para Interação Multimodal é importante como ponto de coordenação central no W3C para atividades multimodais, e o grupo colabora com outros grupos de trabalho relacionados, como Voice Browser (Navegador por voz), Compound Document Formats (Formatos de documentos compostos) e Ubiquitous Web Applications (Aplicativos da Web Ubíqua). }

1 grupo faz parte dessa atividade (parte do Domínio da Web Ubíqua):

Política para Patentes

Líder da atividade: Daniel J. Weitzner

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade de Políticas para Patentes (veja também a  página principal das atividades):

O objetivo da Atividade de Políticas para Patentes é permitir que o W3C implante e opere com sucesso sua Política para Patentes. A política entrou em vigor em fevereiro de 2004, e o trabalho de desenvolvimento e implementação está concluído. É importante que a comunidade do W3C tenha uma forma organizada de monitorar a aplicação da política e se manter informada sobre os desdobramentos relevantes no ambiente jurídico e normativo.

1 grupo faz parte dessa Atividade (parte do Domínio de Tecnologia e Sociedade):

Privacidade

Líder da atividade: Rigo Wenning

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade para Privacidade (veja também a página principal da atividade):
Nos últimos 9 anos, a Plataforma para Preferências de Privacidade (P3P) foi o centro da Atividade para Privacidade do W3C. Agora o Grupo de Trabalho para Especificações do P3P concluiu seu trabalho sobre a P3P 1.1, apresentando um esboço de trabalho. Ao acompanhar as mudanças no cenário da privacidade após os eventos de 11 de setembro, o grupo concluiu que não há motivos suficientes para implementá-las neste momento. Embora o grupo acredite que a P3P 1.1 esteja pronta para ser aplicada, ele decidiu não prosseguir com a Recomendação de Candidatos, publicou a atual especificação como nota do Grupo de Trabalho e assim encerrou sua última tarefa. O Grupo de Trabalho para Especificações do P3P foi dissolvido em 21 de novembro de 2006.
O Grupo de Trabalho para Especificações do P3P conquistou vários marcos importantes para a Web. Relacionamos abaixo os documentos mais importantes:

É importante observar que as atenções do Grupo de Trabalho para Especificações do P3P sempre se voltaram para o futuro, como demonstram os três workshops organizados após a Recomendação 1.0 para o P3P:

É fácil verificar a evolução a partir dos workshops. O P3P foi desenvolvido num contexto em que a Web se destinava a um usuário final humano que usava a Web para procurar informações. Atualmente, o mundo ficou mais complicado. As ofertas de informações e serviços para o usuário muitas vezes são reunidas nos serviços on-line de vários fornecedores que usam backend, numa rede social composta de contratos e que agora está se refletindo em nossa infra-estrutura de rede ICT. No início do P3P, as empresas contestavam a política para serem vistas pelos consumidores. Elas reviram suas práticas, e as coisas mudaram e melhoraram para acomodar o desafio da privacidade dentro das empresas.
Para conseguir tratar a complexidade cada vez maior, inerente à administração da privacidade dentro das empresas, esses desafios foram discutidos e apresentaram-se propostas. As empresas são confrontadas com uma grande variedade de expectativas de privacidade, que se baseiam tanto nas promessas (políticas) que elas fizeram aos usuários, quanto nos concorrentes e órgãos de regulamentação. Para enfrentar todos esses desafios, as empresas adaptaram sua infra-estrutura de TI para tratar também da privacidade. Enquanto isso se limitar a uma empresa, isso não é problema. Mas nossa economia se baseia na troca e uso maciços de dados pessoais. Isso significa que o tratamento interno de metadados de privacidade precisa ser interoperável se houver uma transferência de dados além dos limites de uma empresa.
1 grupo faz parte dessa atividade (parte do Domínio de Tecnologia e Sociedade):

Rich Web Client

Líder da atividade: Doug Schepers

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade Rich Web Client (veja também a página principal da atividade):
A Atividade Rich Web Clients reúne o trabalho do W3C sobre Aplicações na Web e formatos de documentos compostos.
Com a onipresença de navegadores e formatos de documentos na Web numa grande variedade de plataformas e equipamentos, muitos desenvolvedores estão usando a Web como um ambiente de aplicativos. Entre os exemplos de aplicativos baseados em rich Web clients estão sistemas de reserva, sites de compras ou leilões on-line, jogos, aplicativos multimídia, calendários, mapas, previsões do tempo, relógios, aplicativos para design interativo, stock tickers (barras de notícias e cotações), conversores de câmbio e sistemas de registro e exibição de dados.
Em geral, os aplicativos para clientes na Web têm algum tipo de controle programático. Eles podem funcionar no navegador ou em outro aplicativo do host. Na maioria das vezes, os aplicativos para clientes na Web são baixados por solicitação toda vez em que são “executados”, permitindo que o desenvolvedor atualize o aplicativo para todos os usuários conforme for necessário. Geralmente esses aplicativos são menores do que aplicativos normais da área de trabalho em termos de tamanho de código e funcionalidade, e podem ter ricas interfaces gráficas interativas.
“Documento composto” é o termo do W3C para um documento que reúne vários formatos, como XHTML, SVG, SMIL e XForms. O Grupo de Trabalho do W3C para Formatos de Documentos Compostos (CDF) está especificando o comportamento de algumas combinações de formatos, para satisfazer as necessidades para uma Web extensível e interoperável
"Web API" indica os métodos mistos de criação de códigos usados para fazer aplicativos rich Web, mashops, sites Web 2.0. A sua padronização melhora a interoperabilidade e reduz os custos de desenvolvimento de sites.
“Formatos de aplicativos da Web” significa várias coisas, desde XBL para aplicativos para skinning (layout da interface) até Widgets para elaborar pequenos aplicativos da Web fora do navegador.
2 grupos integram essa atividade (parte do Domínio de Interação):

Segurança

Líder da atividade: Thomas Roessler

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade de Segurança (veja também a página principal das Atividades):
O trabalho da Atividade de Segurança segue em duas direções principais. O Grupo de Trabalho para o Contexto de Segurança na Web concentra-se nos desafios que surgem quando usuários encontram tecnologia de segurança desenvolvida atualmente, como TLS – enquanto essa tecnologia atinge seus objetivos no nível técnico, as estratégias dos mal-intencionados avançam, pois passam a desviar-se da tecnologia para segurança ao invés de violá-la. Quando os usuários não compreendem o contexto de segurança nos quais eles operam, torna-se fácil enganá-los e fraudá-los. A segunda direção do trabalho refere-se a tecnologias de segurança para XML, primeiro no GT para Manutenção das Especificações para Segurança em XML, e agora no grupo de trabalho mais abrangente “GT para Segurança em XML”.
O Grupo de Trabalho para o Contexto de Segurança na Web é um resultado do Workshop do W3C sobre Transparência e Possibilidade de uso de Autenticação na Web (relatório do workshop), realizado na cidade de Nova Iorque em 15 e 16 de março de 2006. No momento, o grupo está organizando os comentários sobre “Contexto de segurança na Web: Diretrizes para interface de usuários”.
O Grupo de Trabalho para Manutenção das Especificações de Segurança para XML concluiu seu trabalho com testes de interoperabilidade, ajudando o Grupo de Trabalho Básico para XML a transformar o XML canônico 1.1 em recomendação, e publicou com sucesso a 2ª edição da Assinatura XML. A maioria dos participantes passou para o GT para Segurança em XML, que está elaborando os resultados do workshop de 2007 sobre “Próximos passos na assinatura e criptografia XML”.
2 grupos integram essa atividade (parte do Domínio de Tecnologia e Sociedade):

Web Semântica

Líder da atividade: Ivan Herman

Texto extraído da introdução da Especificação para a Atividade Web Semântica (veja também a página principal das Atividades):
A meta da iniciativa da Web Semântica é tão ampla quanto a da própria Web: criar um meio universal para a troca de dados. Ela foi criada com o objetivo de interconectar perfeitamente a administração de informações pessoais, integrar aplicações em empresas e compartilhar dados comerciais, científicos e culturais em escala global. Instalações para colocar na Web dados que podem ser compreendidos por máquinas estão se tornando uma alta prioridade para muitas organizações, indivíduos e comunidades.
A Web só poderá atingir todo seu potencial se passar a ser um local em que dados podem ser compartilhados e processados por ferramentas automáticas e por pessoas. Para que a Web cresça, os programas de amanhã precisam ser capazes de compartilhar e processar dados, mesmo que esses programas tenham sido desenvolvidos de forma totalmente independente. A Atividade da Web Semântica é uma iniciativa do Consórcio World Wide Web (W3C) destinada a assumir um papel de liderança na definição dessa Web. A Atividade elabora especificações abertas para aquelas tecnologias que já estão prontas para o desenvolvimento em grande escala e, com o desenvolvimento avançado de open source, identifica os componentes de infra-estrutura que precisarão ser integrados à Web no futuro.
As principais tecnologias da Web Semântica correspondem a uma série de especificações interdependentes. Os atuais componentes são o modelo básico para a Estrutura de Descrição de Recursos (RDF), a linguagem para o Esquema RDF e a linguagem de Ontologia na Web (OWL). Desenvolvida com base nesses componentes básicos, temos uma linguagem padronizada de busca, SPARQL (como “sparkle”), para que a RDF permita a “inclusão” de conjuntos descentralizados de dados RDF. A Recomendação GRDDL e o trabalho da RDF pretendem criar pontes entre o modelo RDF e os diversos formatos XML, como XHTML. O Grupo de Trabalho POWDER desenvolve tecnologias para encontrar descrições de recursos específicos na Web; descrições que podem ser “acrescentadas” a outros dados RDF. Finalmente, SKOS é um modelo e um vocabulário RDF para expressar a estrutura básica e o conteúdo de esquemas de conceitos como thesauri, esquemas de classificação, listas de títulos de assunto, taxonomia, “folksonomies” (taxonomias geradas pelo usuário), outros tipos de vocabulário controlado, e também esquemas de conceitos que fazem parte de glossários e terminologias.
9 grupos integram essa atividade (parte do Domínio de Tecnologia e Sociedade):

Estilo

Líder da atividade: Bert Bos

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade Estilo (veja também a página principal das Atividades):

Muitas pessoas estão acostumadas a folhas de estilo no processamento de textos. As folhas de estilo do W3C oferecem um amplo controle sobre a apresentação das páginas na Web. A linguagem Cascading Style Sheets (CSS – Folhas de Estilo em Cascata) é amplamente difundida, e tem um papel importante ao fornecer estilos não apenas para o HTML, mas também para vários tipos de documentos XML: XHTML, SVG (Gráficos Vetoriais Escaláveis) e SMIL (Synchronized Multimedia Integration Language – Linguagem de Integração para Multimídia Sincronizada), para citar apenas alguns. Ela é também um meio importante para adaptar páginas a diferentes aparelhos, como telefones celulares ou impressoras.

O W3C também está desenvolvendo a Extensible Stylesheet Language (XSL – Linguagem para Folhas de Estilo Extensíveis – veja a Especificação da Atividade XML). O XSL aplica uma “folha de estilo” para transformar um documento XML em outro. XSL e CSS podem ser combinadas.

O W3C tem uma página sobre recursos CSS, incluindo browsers, ferramentas de autoria e tutoriais.

1 grupo faz parte dessa atividade (parte do Domínio de Interação):

Multimídia Sincronizada

Líder da atividade: Thierry Michel

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade de Multimídia Sincronizada (veja também a Página principal das Atividades):
A Atividade de Multimídia Sincronizada criou a Linguagem para Integração de Multimídia Sincronizada (Synchronized Multimedia Integration Language – SMIL, como em "smile") para coordenar apresentações multimídia em que áudio, vídeo, texto e imagens são combinados em tempo real. SMIL é uma Recomendação do W3C que permite que os autores especifiquem e controlem o tempo exato em que uma frase é dita e façam-na coincidir com a exibição de uma determinada imagem.
O Grupo de Trabalho para Multimídia Sincronizada (SYMM) concluiu SMIL 1.0, SMIL 2.0 e SMIL 2.1 e no momento está desenvolvendo uma nova versão (SMIL 3.0) que acrescenta os seguintes recursos novos, graças a novos módulos:

O Grupo de Trabalho para Texto Cronometrado agora passa a integrar a Atividade Vídeo na Web.
1 grupo faz parte dessa atividade (parte do Domínio de Interação):

Aplicativos para Web Ubíqua

Líder da atividade: Dave Raggett

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade para Aplicativos da Web Ubíqua (veja também a Página principal das Atividades):
A Atividade para Aplicativos da Web Ubíqua foi lançada em 30 de março de 2007, com o propósito de viabilizar serviços e modelos de negócios com valor agregado para equipamentos ubíquos em rede, com base nos pontos fortes do W3C em representações declarativas. A Atividade inclui o Grupo de Trabalho de Geolocalização e o Grupo de Trabalho para Aplicativos da Web Ubíqua.

2 grupos integram essa Atividade (parte do Domínio da Web Ubíqua)

Vídeo na Web

Líder da atividade: Philippe Le Hégaret

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade Vídeo na Web (veja também a Página principal das Atividades):
O objetivo dessa atividade é fazer do vídeo uma categoria de primeira classe na Web. O vídeo na Web (e isso inclui áudio, já que em geral ambos são usados juntos) tem tido um crescimento explosivo, aumentando a riqueza da experiência dos usuários, mas conduzindo a desafios na descoberta, pesquisa, indexação e acessibilidade de conteúdo. Possibilitar que usuários (desde indivíduos a grandes organizações) coloquem um vídeo na Web exige que formemos um fundamento arquitetônico sólido para permitir que as pessoas criem, naveguem, relacionem e distribuam vídeos, fazendo com que os vídeos se tornem efetivamente parte da Web, e não apenas uma extensão que não aproveita totalmente a arquitetura da Web.
3 grupos integram essa Atividade (parte do Domínio de Interação):

Navegador por voz

Líder da atividade: Kazuyuki Ashimura

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade de Navegação por Voz (veja também a Página principal das Atividades):

O telefone foi inventado na década de 1870 e continua sendo um meio muito importante para as pessoas se comunicarem. Em comparação ao telefone, a Web é muito recente, mas ela está se transformando rapidamente num canal de comunicação concorrente. A convergência das telecomunicações e da Web agora está trazendo as vantagens da tecnologia da Web para o telefone, permitindo que os desenvolvedores da Web criem aplicativos que podem ser acessados por qualquer telefone, e fazendo com que as pessoas interajam com esses aplicativos por fala e teclados de telefones. O Speech Interface Framework do W3C é um conjunto de especificações de marcação para tornar isso possível. Ele abrange diálogos por voz (VoiceXML), síntese de fala (SSML), reconhecimento de fala (SRGS, SISR), dicionário de pronúncia (PLS), controle de chamada (CCXML, SCXML) e outros requisitos para aplicativos interativos de resposta por voz, além de oferecer a possibilidade de uso por pessoas com deficiências auditivas ou de fala.

O Grupo de Trabalho dedica-se a linguagens para registrar e produzir fala e administrar o diálogo entre o usuário e o computador, enquanto um grupo relacionado, o Grupo de Trabalho para Interação Multimodal, se concentra em outros modos de interação, como teclado e mouse, tinta e caneta, etc.

1 grupo faz parte dessa Atividade (parte do Domínio de Web Ubíqua):

Departamento do Programa Internacional WAI

Líder da atividade: Shadi Abou-Zahra

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade do Programa Internacional WAI (veja também a Página principal das Atividades):

Considerando o papel essencial da Web em toda sociedade, é essencial garantir que a Web seja acessível a pessoas com deficiências. O acesso à Web pode afetar pessoas com deficiências visuais, auditivas, físicas, cognitivas e neurológicas. As soluções elaboradas para o acesso à Web também beneficiam pessoas sem deficiências. O Departamento do Programa Internacional da Iniciativa para Acessibilidade do Conteúdo na Web (WAI) oferece um fórum no qual representantes da indústria, a comunidade de pessoas com deficiências, o setor de pesquisas e o governo trabalham juntos para identificar requisitos para acessibilidade e desenvolvem soluções seguindo o processo do W3C.

A Atividade do Departamento do Programa Internacional WAI inclui os seguintes grupos: o Grupo de Trabalho para Educação e Divulgação, que desenvolve vários materiais para promover a consciência e implementação das soluções de acessibilidade para a Web. O Grupo de Interesse em Pesquisa e Desenvolvimento explora considerações sobre acessibilidade em tecnologias avançadas da Web. O Grupo de Interesse em WAI mantém um fórum de discussão grande e ativo sobre acessibilidade da Web, oferece um fórum para troca de informações sobre acesso à Web e analisa soluções elaboradas por outros grupos da WAI. O Grupo de Coordenação da WAI coordena o trabalho entre os grupos do Departamento do Programa Internacional WAI e a Atividade Técnica da WAI.

4 grupos integram essa Atividade (parte da Iniciativa para Acessibilidade da Web):

WAI Técnica

Líder da atividade: Judy Brewer

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade WAI Técnica (veja também a Página principal das Atividades):
5 grupos integram essa Atividade (parte da Iniciativa de Acessibilidade da Web):

Serviços Web

Líder da atividade: Yves Lafon

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade de Serviços Web (veja também a Página principal das Atividades):
Serviços Web oferecem uma forma padrão de interação entre diferentes aplicativos de software, que funcionam em várias plataformas e/ou estruturas. Serviços Web se caracterizam por sua grande interoperabilidade e extensibilidade, bem como por suas descrições que podem ser processadas em máquinas, graças ao uso de XML. Eles podem ser combinados de maneira frouxamente ligada para produzir operações complexas. Programas que oferecem serviços simples podem interagir com outros para oferecer serviços sofisticados com valor agregado.
A Atividade do W3C para Serviços Web está criando a infra-estrutura, a arquitetura e as tecnologias fundamentais para Serviços Web. A estrutura de mensagens SOAP 1.2 baseada em XML passou a ser uma Recomendação do W3C em junho de 2003, e o mesmo aconteceu com o Mecanismo para Otimização de Transmissão de Mensagens SOAP (MTOM) em janeiro de 2005.
A seguir, uma lista abrangente das recomendações relativas à Atividade do W3C para Serviços Web:
Grupo de Trabalho para o Protocolo XML:
SOAP Versão 1.2 Parte 0: Primer (segunda edição)
SOAP Versão 1.2 Parte 1: Estrutura para mensagens (segunda edição)
SOAP Versão 1.2 Parte 2: Adjuntos (segunda edição)
SOAP Versão 1.2 Asserções de especificação e coleta para testes (segunda edição)
Pacote otimizado binário XML
Mecanismo para Otimização de Transmissão de Mensagens SOAP
Bloco Inicial para Representação de Recursos SOAP
Grupo de Trabalho para Descrição de Serviços Web:
Linguagem para Descrição de Serviços Web (WSDL) Versão 2.0 Parte 0: Primer
Linguagem para Descrição de Serviços Web (WSDL) Versão 2.0 Parte 1: Linguagem básica
Linguagem para Descrição de Serviços Web (WSDL) Versão 2.0 Parte 2: Adjuntos
Grupo de Trabalho para Endereçamento de Serviços Web:
Endereçamento de Serviços Web 1.0 - Base
Endereçamento de Serviços Web 1.0 – Ligação SOA
Endereçamento de Serviços Web 1.0 - Metadados
Anotações semânticas para o Grupo de Trabalho WSDL:
Anotações semânticas para WSDL e Esquema XML
Grupo de Trabalho para Políticas para Serviços Web:
Política para Serviços Web 1.5 – Estrutura
Política para Serviços Web 1.5 – Anexo
7 grupos integram essa Atividade (parte do Domínio de Tecnologia e Sociedade):

XForms

Líder da atividade: Steven Pemberton

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade XForms (veja também a Página principal das Atividades):
XForms é uma linguagem de marcação que atende às modernas necessidades de formulários eletrônicos. Ela se baseia em XML e pode apresentar os valores reunidos como documento XML. Ela resolve problemas de autorabilidade, usabilidade, acessibilidade, independência de dispositivos, internacionalização, integração em diferentes linguagens de hosts, e reduz a necessidade de escrita.
1 grupo faz parte dessa Atividade (parte do Domínio de Interação):

E-Governo

Líder da atividade: José Manuel Alonso

Texto extraído da introdução da Especificação da Atividade de E-Governo (veja também a Página principal das Atividades):
E-governo refere-se ao uso da Web ou de outras tecnologias da informação por órgãos do governo, a fim de interagir com seus cidadãos, entre departamentos e divisões, e entre os próprios governos.
O Grupo de Interesses em E-Governo está encarregado de investigar como aperfeiçoar o acesso ao governo com melhor uso da Web e como aumentar a transparência do governo, usando padrões abertos da Web em todos os níveis governamentais (local, estadual, nacional e multinacional).
1 grupo faz parte dessa Atividade (parte do Domínio de Tecnologia e Sociedade):

Sobre as atividades do W3C

De maneira geral, as atividades do W3C são organizadas em grupos: grupos de trabalho (para desenvolvimentos técnicos), grupos de interesse (para trabalho mais genérico) e grupos de coordenação (para a comunicação entre grupos relacionados). Esses grupos, compostos por participantes de organizações filiadas, pela equipe e especialistas externos, produzem a parte principal dos resultados do W3C: relatórios técnicos, incluindo padrões para a Web, software open source (de fonte aberta) e serviços (p. ex., serviços de validação). Esses grupos também garantem a coordenação com outras entidades normativas e comunidades técnicas. O Documento sobre o Processo descreve a criação e modificação de uma Atividade.
No momento, existem 23 Atividades que administram 77 grupos. Além das atividades indicadas acima temos:

Cada atividade está sob direção de um Líder da Atividade, que é membro da equipe do W3C. Abaixo estão as fotos dos líderes de atividades, além de informações para contato com os líderes.
A equipe do W3C apresenta um relatório sobre cada Atividade do W3C nas reuniões do Comitê Consultivo, realizadas duas vezes por ano. A lista e as especificações das atividades (citadas acima) são atualizadas antes de cada reunião do Comitê Consultivo.
Se a sua organização ainda não está filiada ao W3C e deseja participar de um grupo de trabalho ou de interesse novo ou já existente, leia como participar do W3C. Funcionários de organizações filiadas podem participar desses grupos, bem como indivíduos convidados pelo presidente do grupo.

Atividades encerradas

Grupos encerrados